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FMA:Edward e Alphonse Elric

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Feira dos fanzines em Osasco

Feira de fanzines em Osasco

Por Marcelo Naranjo, sobre o press release (09/11/06)

O Zine Osasco é uma feira de fanzines cujo objetivo é divulgar o trabalho dos quadrinhistas iniciantes, incentivando-os a produzirem cada vez mais, melhorando assim suas habilidades e perícias na confecção de uma história em quadrinhos.

O evento tem como proposta também servir como um ponto de encontro entre fanzineiros, quadrinhistas e leitores para uma troca de idéias e discussões sobre a produção de quadrinhos e o mercado nacional.

A primeira edição será realizada no dia 25 de novembro, na Biblioteca Municipal de Osasco, das 10 às 17h. Além da feira de fanzines, o evento contará também com exposição de trabalhos de quadrinhistas e palestras.

A inscrição dos fanzineiros deverá ser feita até o dia 18 de novembro. Para saber como proceder, clique aqui.

O Zine Osasco é um evento gratuito e aberto ao público em geral.

2º encerramento yuyu hakusho

sayonara bye bye
Fukkiru hazu no kokoro ni sotto yokogiru kaze wa yasashiku
Mukaiatte nigitta te to te wo itsumo tasogare ga tsutsumi
tokashite yuku
Okashii ne Kore-bochi mo nite inai anata to watashi no egao ima
dewa
Kagami wo mite ‘ru you na kibun

Kanashimanai Heiki da kara ne
Nanige nai aisatsu ni kakurete ‘ru “arigatou”
Sayonara byebye Genki de ite ne
Watashi kara kiridashita kejime da kara kyachi shite yo

Tsuisakki made matomo ni mirai no koto hanasenai de ita
Minoranai omoi no kazu fueru hodo yasashiku natte kita keredo
Ima dake sukoshi kurai wa togaritakute…

Kanashimanai Sorosoro iku yo
Tawai nai aisatsu to machigaete furikaeru
Sayonara byebye Genki de ite ne
Nen ni ni-mai kurai no hagaki nara kyachi suru yo

Kitto itsuka itsuka aeru
Ii yo Kaesanakute ii yo CD mo burusu hapu mo

Kanashimanai Kanashimanai de
Fui uchi wo kurau kao misenai de pi to shina yo
Sayonara byebye Genki de ite ne
Omedetou to dochira ieru toki atte mitai

Kanashimanai Heiki da kara ne
Nanige nai aisatsu ni kakurete ‘ru “arigatou”
Sayonara byebye Genki de ite ne
Watashi kara kiridashita kejime da kara kyachi shite yo

Sayonara byebye Genki de ite ne
Nen ni ni-mai kurai no hagaki nara kyachi suru yo

Sayonara byebye Genki de ite ne
Watashi kara kiridashita kejime da kara kyachi shite yo!

Esta letra foi retirada do site http://www.letrasdemusicas.com.br

o que e mangá?

O que é Mangá?
Mangá é o nome dado às histórias em quadrinhos de origem japonesa. A palavra surgiu da junção de outros dois vocábulos: man, que significa involuntário, e gá, imagem.

Os mangás se diferenciam dos quadrinhos ocidentais não só pela sua origem, mas principalmente por se utilizar de uma representação gráfica completamente própria. Pra começar, o alfabeto japonês se compõe de ideogramas que não só representam sons, mas também idéias. Assim, em um mangá o texto em geral, mas principalmente as onomatopéias, fazem parte da arte. A ordem de leitura dos mangás também é diferente daquela que estamos acostumados. Um livro japonês começa pelo que seria o fim de uma publicação ocidental. Além disso, o texto é disposto da direita para a esquerda (clique aqui para ver a forma correta de se ler um mangá).

Outra característica peculiar dos mangás é que eles são publicados em volumes de mais ou menos 200 páginas cada, o que permite aos autores criar histórias mais longas e aprofundadas. Dessa forma, em um mangá é comum ver várias páginas só de imagens, sem diálogos, e também ações que se desenrolam por muitos quadrinhos e abordadas por diferentes pontos de vista. A disposição dos quadrinhos em uma página de mangá é diferente daquela que se costuma ver num comic americano, que costuma ter 3 ou 4 fileiras de quadrinhos por páginas. Como os mangakás (nome dado aos autores de mangás) dispõe de um espaço maior para contar sua históra, também empregam um número menor de quadrinhos por página – não é difícil ver página até sem quadrinhos, com uma única imagem estourada.

Também é característica dos mangás serem feitos completamente em preto-e-branco e em papel jornal, o que torna o produto mais barato e faz com que ele seja consumido por todo tipo de pessoa – no Japão eles são lidos por crianças, estudantes, executivos, donas-de-casa…

Esses são apenas alguns pontos que caracterizam os mangás. Só que o principal é a capacidade que eles têm de encantar pessoas do mundo todo. Ler um mangá é uma experiência única. É mergulhar em um mundo próprio. Cheio de ação, emoção, heróis, criaturas mágicas e muita, muita diversão.
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mangás o estilo japones que conquistou o Brasil

A palavra Mangá era um mistério total para os brasileiros não-aficcionados a quadrinhos, até pouquíssimo tempo atrás. Apesar de o Brasil ter uma das maiores especialistas no assunto – a professora Sônia M. Bibe Luyten – e desde os primórdios da nossa televisão exibirmos vários desenhos animados japoneses (anime) que surgiram de mangás – como A Princesa e o Cavaleiro, Fantomas e Speed Racer, para manter a lista curta -, o mangá só ganhou espaço mesmo nas bancas e no dia-a-dia brasileiro na década de 90.
Analisar os porquês desse fenômeno é tarefa complicada. Com certeza, a popularização teve influência do fenômeno Akira, um belíssimo Mangá de Katsuhiro Otomo lançado pela editora Globo no começo dos anos 90 (também lançado nos cinemas em desenho animado), assim como desenhos como Os Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball Z conquistaram um novo público para o traço.
Da mesma forma, várias editoras descobriram que o traço mais rápido do mangá conquistava os leitores mais jovens com facilidade – provavelmente em decorrência dos desenhos – e apostaram em lançamentos neste estilo (a editora Trama, por exemplo, tem dois títulos fixos de Mangá nas bancas até o momento – setembro de 2000 -, Holy Avenger e Victory).
Independentemente de quais sejam os motivos, o fato é que a palavra – e o estilo – Mangá está se tornando mais conhecido. Personagens de olhos grandes, traço simples (por vezes transformado em infantil) com direito a gotas de suor e sangue, uma certa dose de violência (que tem sua raiz cultural no Bushido, ou código do Samurai) e até mesmo uma sensualidade comedida.
Estas características são comuns à maioria dos mangás, mas, afinal, como surgiu o estilo japonês das HQs?

Origens

A palavra Mangá se origina da união de duas palavras do alfabeto Kanfi (um dos três existentes no Japão): Manketsu (conto ou história) e Fáshiko (ilustração). O mangá mais antigo já encontrado data de 1702 (Tobae Sankokushi) e já tinha divisào em quadrinhos e balões.
A origem dos mangás é o Teatro das Sombras ou Oricom Shohatsu, no qual um grupo de artistas japoneses percorria vilarejos – na época feudal – contando lendas por meio de fantoches. As lendas acabaram sendo escritas em rolos de papel e ilustradas, dando origem a histórias seqüenciais. As editoras de mangá no Japão começaram a se desenvolver em 1920 e viveram um grande auge até a década de 40.
Com a segunda guerra mundial, a produção foi interrompida, mas voltou após 45, graças em parte ao plano Marshall, que destinou verbas para os livros japoneses. Com uma população estimulada a ler e poucas atrações culturais – a guerra havia destruído a maioria dos lugares destinados à cultura e ao ensino de artes -, as editoras de mangá viveram um de seus maiores booms.
É nesta época, por sinal, que surge Ossamu Tezuka, o “Walt Disney Japonês”. Entre outros, Tezuka criou A Princesa e o Cavaleiro (ou princesa Safiri, ou Ribon No Kishi), o Menino Biônico e Kimba. Mais ainda, o autor criou o estilo mais presente nos mangás: os olhos grandes dos personagens, presentes até hoje e que transformaram o nome de Tezuka no do maior desenhista japonês de HQs.
Outro grande destaque entre os quadrinistas japoneses foi a dupla Kazuo Koike e Goseki Kojima, que criou o famoso Ronin Yasha, bem mais conhecido entre os fãs brasileiros como Lobo Solitário – o personagem teria gerado admiração até mesmo por parte do quadrinista americano Frank Miller, que, ao que consta, “bebeu” na fonte do Lobo para criar seu Ronin. O Lobo, por sinal, não foi o único Mangá famoso de Koike: mais tarde, ele criaria Crying Freeman.
A maioria dos mangás acabou indo para a TV, em forma de desenho animado (anime). Entre os mais famosos, além da já citada princesa Safiri, vieram Speed Racer (no original, Go Mifume), uma versão japonesa (e depressiva) de Pinóquio e posteriormente Sailor Moon, Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball Z, entre outros. Já Pokémon, um dos favoritos da criançada, se originou de um videogame da intendo, mas antes de virar anime também passou pelo Mangá.

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